Sorte
| sorte | foto: viniciusgericó |
Imagina a sorte
em tempos de amores de visualização única
encontrar alguém que queira ficar.
Encontrar alguém que não só queira ficar,
mas que queira estar e ser mais do que alguma coisa indefinida
e sentir coisas indefinidas,
sem que a indefinição corroa e vire ansiedade
e que a única ansiedade que apareça
seja a do frio na barriga entre um ‘oi’ e um ‘até logo’.
Sem jogos, sem se perder em tentativas de entender o que não aconteceu e o que aconteceu.
E então, permanecer.
E então, sentir.
Sem culpas, sem amarras, sem medo,
sem medo do amanhã,
ansiando viver e repetir o amanhã,
de novo, de novo, de novo,
sem medo.
Imagina que sorte, viver.
em tempos de amores de visualização única
encontrar alguém que queira ficar.
Encontrar alguém que não só queira ficar,
mas que queira estar e ser mais do que alguma coisa indefinida
e sentir coisas indefinidas,
sem que a indefinição corroa e vire ansiedade
e que a única ansiedade que apareça
seja a do frio na barriga entre um ‘oi’ e um ‘até logo’.
Sem jogos, sem se perder em tentativas de entender o que não aconteceu e o que aconteceu.
E então, permanecer.
E então, sentir.
Sem culpas, sem amarras, sem medo,
sem medo do amanhã,
ansiando viver e repetir o amanhã,
de novo, de novo, de novo,
sem medo.
Imagina que sorte, viver.
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Em Mar Negro, nada é o que parece. Um suspense intenso, com reviravoltas de tirar o fôlego e um final que vai mexer com você por dias.
Se você gosta de histórias que te viram do avesso, essa é pra você.

