Afinal o quê aconteceu com o Vinicius, Vinicius Gericó [blog] e o Ótica Cotidiana?


Não. Não morremos e estamos usando a internet 20G direto do paraíso para oprimir vocês, ao contrário, continuamos aqui. Mas não posso começar a publicar novamente sem um pedido de desculpas aos meus leitores (robô da Google) pelo sumiço de quase dois meses (férias, introspecção, avaliações, reformas estruturais). Na realidade, por ter fechado o blog só para leitores, sem nem comunicar-lhes. Brincadeiras à parte, realmente vocês fizeram muita falta.
            Há quase um ano e meio me distanciei de todas as minhas redes sociais, sem nem imaginar que haveria tantos espaços para especulações e reações -- não estaria escrevendo um post sobre, se não tivesse tomado conhecimento de algumas. De qualquer forma, há descobertas interessantes que quero compartilhar com vocês, sobre o que essa escolha resultou.

Destino do blog, formatos e experiências

O destino do blog sempre foi incerto. Durante todos esses anos encarei este espaço como uma dimensão pública-compartilhável de minha criatividade. Percebo que há pessoas que realmente me consideram uma espécie de mensageiro e que usam o conteúdo de muitos textos em suas vidas. É uma posição que sempre acolho com muito carinho. Mas, ainda assim, não posso lhes dizer o futuro deste espaço, porque ele sempre foi e será incerto e elástico. Assim como não há uma linha editorial clara, concisa e objetiva.
Particularmente gosto desse formato híbrido de experimentação. Aqui há vários formatos, diversas experiências testadas, aprovadas ou mesmo arquivadas. Imagino que os meus leitores e amigos, desde a época em que estava no Blig -- mais de meia década, de lá para cá -- tenham crescido junto comigo. Desse outro lado da tela, experimentaram e aproveitaram de modo particular, esses momentos de interação, discussões e amadurecimento.
Não é meu desejo abandonar vocês e nem deixar de ocupar esse papel. Nem deixar de lado todo esse carinho comigo e com este espaço. É uma relação intimista, mas que funciona muito bem para mim e para vocês, pelo menos imagino.
Em meio a toda bagunça introspectiva dos últimos meses, há muitas descobertas e renovações. Estou verdadeiramente feliz com o retorno. 


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MAR NEGRO
Quem somos quando ninguém mais reconhece a nossa verdade?
Um dos dez livros recomendados para ler em 2025, segundo a Revista Bula
Mar Negro é uma obra que rompe as fronteiras do real, do imaginário e do possível. Um enredo que transita entre gêneros, camadas de identidade e existência. Uma colisão entre destinos, onde um acidente pode ser mais do que um acaso — pode ser uma reconfiguração do próprio sentido da vida. Prepare-se para uma experiência que desconstrói certezas e expande consciências.

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